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domingo, 4 de abril de 2010

Quem é paulo Coelho?

É fácil encontrar biografias, informações dizendo que é Paulo Coelho, algumas com críticas e muitas com elogios, ou ambas com muitas críticas e elogios... é o preço de se expor, mas um guerreiro não foge jamais a um bom combate, se sua luta for com a verdade na ponta de sua espada.


Paulo Coelho pra mim, um mentor, um sábio, um homem de coragem, determinação e sonhos...
Um homem divino, por crer em sua divindade, sua alma de luz, e um homem digno que respeita primeiramente a sua alma e assim respeita a Deus.


Exagero?
Não! Pois a paz que eu senti quando nos abraçamos me lembrou a paz que eu senti certa vez quando perdi meus sentidos e caminhei em direção a uma luz branca e azul, era um sentimento de missão cumprida e retorno aos céus, nenhum tormento, nenhuma interferência, exatamente o que senti quando nos conhecemos pessoalmente... sim, eu o admiro imensamente.

E a dedicação que ele teve com seus convidados em sua festa, admirável... uma aula atrás da outra, um livro ao vivo de sabedoria, em conduta, fé, serenidade, harmonia, alegria e paz.


E seu sorriso, que muitas vezes parecia de criança... alma de criança? Com tamanha sabedoria? 
Não, é pura sabedoria, o que eu chamo de iluminação.


Bom, um momento de honra, pelo menos para mim, pena que a foto não ficou perfeita como foi o momento, mas é o natural, fim de festa, é hora de colocar um ponto final no dia, e o que vem depois... não existe o depois, o que existe é somente o presente, e esse presente sou imensamente grata! Amém!

domingo, 14 de março de 2010

HENRY DRUMMOND - O DOM SUPREMO

O DOM SUPREMO
“Ainda que eu fale as línguas dos homens
e dos anjos, se não tiver amor,
serei como o bronze que soa, ou como
o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizar
e conheça todos os mistérios e toda a ciência;
ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto
de transportar montanhas,
se não tive amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os
meus bens entre os pobres
e ainda que entregue meu próprio
corpo para ser queimado,
se não tiver amor,
nada disso me aproveitará.
O amor é paciente, é benigno,
o amor não arde em ciúmes,
não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente,
não procura seus interesses,
não se exaspera,
não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça,
mas regozija-se com a verdade.
Tudo sobre, tudo crê, tudo espera,
tudo suporta.
O amor jamais acaba.
Mas, havendo profecias, desaparecerão;
havendo línguas, cessarão;
havendo ciência, passará.
Porque em parte conhecemos,
e em parte profetizamos.
Quando, porém, vier o que é perfeito,
o que então é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como um
menino, sentia como um menino.
Quando cheguei a ser homem,
desisti das coisas próprias de menino.
Porque agora vemos como em espelho,
obscuramente, e então veremos face a face;
agora conheço em parte, e então
conhecerei como sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a Fé,
a Esperança, e o Amor.
Estes três.
Porém, o maior deles é o Amor.”

...É diante de Deus que as nações do mundo serão reunidas. É na presença de todos os outros homens que seremos julgados.
E cada homem julgará a si mesmo.
... Porque, como bem havia dito o rapaz, só o Amor permanece...
Traduzido e adaptado livremente do sermão “The Greatest Thing in the World” por PAULO COELHO.